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As novas pousadas de Portugal, a sua história

Era tão difícil viajar nos velhos tempos! Não havia hotéis ou restaurantes. Algumas cidades tinham pousadas modestas onde os hóspedes podiam descansar e comer uma refeição simples. Mas em muitas noites, os viajantes dormiam sob as estrelas, à espera encontrar uma aldeia na manhã seguinte onde pudessem comprar comida.

A única maneira de viajar com estilo era ser membro da família real ou alta nobreza. Você teria então acesso a uma rede informal de palácios, castelos e conventos que se orgulhavam do seu hospitalidade. A chegada de um ilustre convidado era motivo de celebração. Um banquete seria preparado e o melhor vinho trazido das caves frias e aquecido pela lareira.

As refeições terminavam com elaboradas sobremesas, que o William Beckford, um nobre inglês bem-viajado, descreveu como “um admirável prato de milagres, bem temperado com o diabo e lindamente adornado com anjos e raios da lua”.

Esta rede informal de conventos e palácios funcionou bem em Portugal até o século XIX. Mas depois que as ordens monásticas foram abolidas em 1834, os conventos caíram em desespero. Em 1910, a monarquia foi abolida e muitas famílias nobres já não podiam manter os seus palácios.

A tradição da hospitalidade nunca foi perdida, porque é parte integrante do carácter português. Mas os belos edifícios e as receitas aperfeiçoadas durante séculos nas suas cozinhas pareciam condenadas ao esquecimento.

As pousadas de Portugal

Na década de 1940, o governo português começou a comprar antigos palácios, castelos e mosteiros para convertê-los em hotéis históricos, chamado pousadas. O mobiliário antigo foi restaurado. Aos velhos livros de receitas foi-lhe tirado o pó e os seus segredos voltaram a ser usados.

Com os seus locais de conto de fadas, estes hotéis oferecem experiências inesquecíveis. Você encontrará óptima comida e vinho, as melhores mesas de sobremesas do país e uma equipa que trata todos os convidados como uma oportunidade para celebrar as tradições de Portugal.

A cidade do Porto: destino obrigatório em Portugal

Localizado perto da foz do rio Douro, o Porto é único no mundo. Os seus bairros únicos de ruas estreitas e becos antigos, a excelente comida, a boa atmosfera que respiramos, o seu povo e o seu bom preço, fazem do Porto um destino obrigatório.

O seu centro histórico (conhecido como bairro da Ribeira do Porto) foi declarado Património Mundial pela UNESCO. É cidade para a conhecer a pé (excepto sob as circunstâncias que eu descrevo abaixo), desfrutando ao máximo das suas ruas estreitas repletas de história e nostalgia. As sensações que produzem uma caminhada ao entardecer ao longo das margens do Rio Douro, ou o sabor dos seus vinhos doces antes ou depois de um fantástico bacalhau grelado, são algumas das coisas que farão com que se lembre desta fantástica cidade toda a sua vida.

Se você só tem alguns dias para visitar o Porto, existem lugares que você não pode perder. Na visão de muitos visitantes, esta cidade tem algo místico que dificilmente pode ser descrito.

A estação de São Bento com vestíbulo seu azulejos, é o lugar ideal para iniciar o seu recorrido. Um pouco mais à frente está a catedral. A partir daí, podemos descer escadas e ruas medievais até a Ribeira, com terraços e recantos pitorescos. Antes de embarcar num barco sob as seis pontes de Porto, vale a pena ficar aqui por um tempo para respirar a atmosfera e aproveitar das vistas do rio com a ponte D. Luis e a margem oposta.

Depois de apreciar a silhueta das casas e as torres das igrejas, esperamos-nos o interior em talha dourada da Igreja de São Francisco. Perto você pode vislumbrar mais igrejas e monumentos, azulejos nas paredes e visitar o Palácio da Bolsa. Deixando o rio, o eléctrico realiza uma viagem que atinge a Foz, onde você pode fazer uma caminhada e encher os pulmões com a brisa do mar. Aí começa a Avenida da Boavista. Não muito longe está Serralves, com jardins para passear ou descanso, e exposições de arte contemporânea. O museu é o trabalho de Alvaro Siza Vieira, um dos principais arquitectos da Escola de Arquitectura do Porto.

Junto à rotunda da Boavista está a Casa da Música, sempre com um cartaz cultural impressionante e a sua imponente forma arquitectónica. Nesta área, você pode encontrar boas lojas para comprar. Mas você também pode encontrá-los ao lado da Avenida  dos Aliados. De caminho tem os jardins do Palácio de Cristal, com outra vista panorâmica do rio, e o Museu Soares dos Reis. Outro jardim cheio de esculturas, é a Cordoaria, rodeado por igrejas e outros monumentos. Vale a pena subir à Torre dos Clérigos para desfrutar de uma nova visão do Porto. Ali perto está a Livraria Lello, que inspirou as histórias de Harry Potter. Encontrará os Aliados continuar ao descer a rua de lojas e edifícios modernistas. Depois de conhecer esta ampla avenida vale a pena ir à rua de Santa Catarina. Uma vez lá, o Café Majestic é ideal para uma pausa.

Ainda precisa ir à margem sul do rio para visitar as caves do vinho do Porto e provar o vinho. Da Ribeira, podemos atravessar a ponte D. Luís e ver, deste lado, uma das mais belas vistas da cidade do Porto. E, além disso, você pode fazer um passeio de teleférico de Gaia, que sobe e desce deste lado do rio.

Em termos culinários, este lado do cais é uma boa escolha. Mas na Ribeira também há muitos restaurantes e esplanadas, como na Foz, com belas vistas do mar. Portugal ganha o coração dos turistas pela sua cozinha. Contudo no Porto e na região norte esta afirmação atinge o seu pico. Em qualquer restaurante, mais refinado ou mais tradicional, a garantia de uma boa refeição acompanhada pelos melhores vinhos do Douro ou vinho branco refrescante, característica da região.

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Eu adoro viajar, por Portugal e pelo mundo inteiro. Sinceramente é a melhor forma de conhecer a história da humanidade. No entanto, cada pensava em fazer uma viagem, a primeira coisa que me vinha à cabeça era o receio da enorme quantidade de dinheiro que isso envolveria. Contudo, o mundo está a mudar e, hoje em dia, viajar não requer necessariamente uma grande despesa.

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Guarda, cidade de Portugal

Guarda é uma cidade e um concelho de Portugal. Esta localizada na região estatística do Centro (NUTS II) e na sub-região  Beiras e Serra da Estrela (NUTS III), capital do Distrito da Guarda.

O município tinha 42,541 habitantes em 2011, enquanto que o núcleo urbano da cidade contava com 31.224 habitantes em 2006.

Esta localizado perto da fronteira com a Espanha, cerca de 40 km de Fuentes de Oñoro, Salamanca, via Vilar Formoso. A Guarda é a cidade  localizada na parte de maior altitude em Portugal (1.056 m) e também é a capital da Comunidade Urbana das Beiras. É uma das cidades mais importantes da região Português da Beira Alta. A Serra da Estrela, a mais alta de Portugal Continental, está parcialmente localizada no distrito. A cidade é servida por comboios nacionais e internacionais nas linhas ferroviárias da Beira Baixa e Alta.

Guarda é conhecida como a “cidade das cinco Fs”‘- Farta, Forte, Fria, Fiel e Formosa:

  • Farta (abundante), devido à fertilidade das terras do Vale Mondego;
  • Forte, porque a torre do castelo, as muralhas e a sua localização geográfica demonstram a sua força;
  • Fria, a sua proximidade com a Serra da Estrela;
  • Fiel, porque o Capitão General do Castelo, Álvaro Gil Cabral, recusou-se a entregar as chaves da cidade ao rei de Castela durante a crise de 1383-1385 e ainda tinha a força para participar na batalha de Aljubarrota;
  • Formosa (bela), pela beleza natural do núcleo urbano.

Gastronomia da Guarda

Guarda gastronomia é associado com a culinária da Serra da Estrela. Alguns pratos típicos mais destacados são: o cordeiro assado, arroz de pato à maneira de Guarda e o bacalhau Lagareiro, que pode ser facilmente encontrado em restaurantes que servem cozinha regional.

A culinária da cidade inclui uma grande variedade de pratos à base de carne, dada a localização geográfica da cidade e os jardins circundantes, que são favoráveis para pastagem. Há também uma variedade de pratos de peixe de fluxos de água doce.

O bacalhau é a excepção, uma vez que o seu processo de conservação (secagem) sempre permitiu a sua utilização em terras distante ao mar. O porco ocupa um lugar importante na culinária local, com inúmeros pratos feitos com este tipo de carne. Podem-se destacar o presunto curado em sal dor mar, bem como as carnes típicas curadas locais (salsicha, e farinheira chouriço), como as tripas com legumes. Outras carnes comuns são o carneiro, cabra, vaca e carne branca. O arroz de carquesa também é um prato muito típico da cidade e da região.

Na época da temporada de caça podem ser comido pratos exclusivos, como o arroz de lebre “malandrinho” ou o javali com feijão.

No outono, são populares o ensopado de cogumelos de Trancoso, e sopa de castanhas (também pode comer cozida, fervida ou doce).

Geografia do território de Almeida: território, fauna e flora

Geografia do território de Almeida

Em publicações anteriores já falamos da história e localização do concelho, mas esta última foi feita de forma muito breve. Assim sendo, neste post falaremos em mais detalhes sobre as suas características mais importantes da geografia do território de Almeida.

Almeida faz parte do distrito de Guarda e localiza-se na Região do Centro e sub-região Beira Interior Norte. Relativamente a sua geologia, o seu território é grande parte plano sendo atravessado na sua vertical pelo Rio Côa. Este rio nasce na Serra da Mesas e é um dos poucos rios que efetua um percurso na direcção Sul – Norte.

A sua área abrange 518 Km², com um total de 16 fregu20esias e 7.242 habitantes. Nos seus limites encontraremos o município de Figueira de Castelo Rodrigo, Sabugal, Guarda, Pinhel e a Espanha.

Como mencionamos em publicações anteriores a vila é conhecida pela fortaleza com forma de estrela.

Fauna e Flora

Em relação à fauna, encontramos espécies como coelhos, patos, codornizes, javalis, lebres, perdizes e rolas. No que diz respeito Flora, existe uma zona mais ao Sul, com uma área continua de carvalho negral. Esta está constituída com aproximadamente 1.032 hectares em bom estado de conservação. Aqui poderá encontrar diversas espécies de habitats naturais e com grande valor florístico.

A Igreja e a Santa Casa da Misericórdia

Re-construída no século XVII

A Igreja da Misericórdia é uma pequena igreja localizada na Praça da República, junto à sede dos suportes. O templo foi mandado a construir pelo rei D. Manuel I no ano de 1521. A construção da Santa Casa da Misericórdia, antigamente um hospital, deveu-se ao pedido de um escudeiro real da Coroa do rei. Porém, todas as despesas necessária para a sua construção foram financiadas com diversas doações.

Mesmo depois da sua destruição na Guerra da Restauração, esta foi re-construída no século XVII pelo arquitecto Jerónimo Velho de Azevedo.

Durante os período de guerras a Santa Casa da Misericórdia teve um papel muito activo e importante no fornecimento de ajuda. Especialmente socorrendo a soldados feridos.

A Igreja foi anexada ao antigo Hospital, agora a Casa da Misericórdia. Actualmente um lar de cuidados.

Castelo Mendo, uma visita às aldeias históricas de Portugal

Castelo Mendo é uma freguesia Português do concelho de Almeida. Está localizada a 10 quilómetros da fronteira espanhola. De forte sabor medieval, o Castelo Mendo é parte do programa chamado Aldeias históricas de Portugal. Um conjunto de doze vilas históricas localizadas principalmente ao longo da fronteira espanhola na região central de Portugal.

A Porta dos Berrões

O Castelo Mendo fica num cabeço rochoso que domina os vales profundos que rodeiam fazem fronteira com o rio Côa. Embora pequeno em tamanho, a sua proximidade com a fronteira teve grande importância estratégica na defesa da sua fronteira contra os vizinhos de Castilla y León. No seu recinto amuralhado está a entrada principal da vila, conhecida como “Porta dos Berrões”. Referindo-se a dois formidáveis varrascos vetões que ladeiam a entrada.

Património

A pequena aldeia, de pedra, camuflada no seu ambiente rochoso e no seu passado medieval. E tudo a partir de um tradicional bem preservada e cheia de pequenos detalhes como maçanetas de portas, janelas de estilo manuelino, varandas salientes, blocos de granito de casas antigas do século XVI e as estreitas ruas de paralelos.

Em conclusão, o Castelo Mendo é uma nova jornada para a história de Portugal, séculos de história esculpida pela presença distante dos seus primeiros colonos.